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segunda-feira, 30 de junho de 2008

Saída de campo - Ecoturismo - Cambará junho 2008















Saída de campo realizada nos dias 21 e 22 de junho no Parque Nacional da Serra Geral e Aparados da Serra (RS e SC)
Bah foi uma baita viagem, o lugar é lindo, maravilhoso, perfeito, pessoas legais, energia boa, salão de jogos (aquele chocolate que o professor tomo no fla-flu), risadas, bira, folgações - hahahaha, rolar na grama.Não há dinheiro no mundo que pague uma experiência dessas, não há.
Aquele vento nos levando, os 1500 metros de altura que até agora não conseguimos comparar, pois um andar tem uns 3 m então os cânyons seriam do mesmo tamanho q um prédio de 500 andares, não conseguimos imaginar, ainda bem q não existe um prédio assim.
Ah e também temos q agradecer ao professor Paulo Artur KMXS que fez toda função de organizar.VLw
Aé da próxima vez tomem cuidado com o Graxaim vendido do parque,hahah quase mordeu o dedo do menino Diogo.
As fotos não chegam nem perto do que é o lugar, só estando lá pra saber e sentir.Somos privilegiados de ter um lugar assim tão perto e de conhecermos.
Gaia sempre nos surpreende.
Um abraço pra vcs seus "perdidos"!

Adios amigos....


Palestra "Ecologia na Educação das Séries Iniciais" 8 de julho

Fundação Gaia e Livraria Cultura
Convidam para

Palestra "Ecologia na Educação das Séries Iniciais"

Com Sílvia Lignon Carneiro
Diretora e Fundadora da Escola Amigos do Verde; Mestra em Educação; Especialista em Alfabetização e Educação Infantil, com Curso de Autoconhecimento em Findhorn Fundation/Escócia.

A Fundação Gaia – Legado Lutzenberger, realiza no dia 08 de julho, terça-feira, às 19:30, no auditório da Livraria Cultura do Bourbon Shopping Country, em Porto Alegre, a palestra “Ecologia na Educação das Séries Iniciais”. Na oportunidade, Silvia Lignon Carneiro falará sobre as experiências da Escola Amigos do Verde, que tem como missão proporcionar a aprendizagem integral do indivíduo.
“Dentro de uma visão ecológica de sustentabilidade, acreditamos na interdependência de nossos atos, comprometidos na formação em parceria com a comunidade amigos do verde. Acolher a diversidade é uma meta a que nos propomos, respeitando as particularidades e a riqueza inerentes a cada um. Com uma área verde de 2.500 m2, horta, composteira, estufa e animais de pequeno porte, intensificamos as vivências. Dessa forma, através de práticas ecológicas (autoconhecimento, agroecológicas, artísticas...) possibilitamos a expansão da consciência, contribuindo para o desenvolvimento de um ser mais criativo, reflexivo, autônomo e solidário”, comenta Sílvia.

Entrada Franca!
Maiores Informações: (51) 3330-3567 / 3331-3105 ou sede@fgaia.org.br

Local: Livraria Cultura do Bourbon Shopping Country – Rua Túlio de Rose, 80, em Porto Alegre.

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Trilha no Morro do Osso

No domingo, naquele friozão de uns 9°, foi realizada a caminhada no Morro do Osso com a ong CaminhadoresRS, que trabalha com ecoturismo para todos (inclusive deficientes físicos), na ocasião era esperado os cadeirantes, mas não foi possível, segundo os integrantes do grupo, pela dificuldade de locomoção, ficam dependentes de algeum para levar até o Parque, e por causa do frio.
Visitamos alguns pontos, com belas paisagens de POA, como a pedra do Pé de Deus e depois o "platô", onde esperamos mais de 80 ciclistas que haviam saido da Usina para realizar o abraço pela preservação do Morro do Osso.
A questão dos índios no parque foi comentada durante a ocasião, independente da posição que as pessoas tem em relação aos índios Caigangues utilizarem o local, o que me deixa triste é que o povo brasileiro, quando fala de índio, sente um certo rancor, primeiro porque muitas vezes pessoas perdem terras para "devolver" aos índios - como alguns tios que tenho no interior - e depois dizem que os índios não trabalham e são vagabundos, dessa parte eu discordo, pois o sistema de vida deles era completamente diferente do nosso, apenas trabalhavam para o sustento e no resto do tempo trabalhavam a sua espiritualidade e na transimissão de conhecimento com as crianças, era uma vida holística com a natureza, até a chegada do homem branco que escravizou, exterminou e apodreceu com seus bens materiais.Mas como todas as minorias no Brasil são discriminadas e marginalizadas, com os índios a história não tem sido diferente.
Sobre o CaminhadoresRS: Atuam na área do ecoturismo para todos - inclusive deficientes físicos.
A idéia de atuar nessa área, vem de um dos integrantes, que usa uma prótese na perna.Além disso o grupo possui uma cadeira de rodas específica para essa atividade uma cadeira com uma roda central, onde mais duas pessoas ajudam na locomoção.
Acesse o site, para maiores informações
www.caminhadoresrs.org ou pelo telefone: 8464-4301
ADios....
J.P.

terça-feira, 17 de junho de 2008

sexta-feira, 13 de junho de 2008

Polícia para quem precisa de polícia!

Polícia para quem precisa de polícia!
Polícia para quem precisa de polícia!
Polícia para quem precisa de polícia!

quinta-feira, 12 de junho de 2008

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Dia Mundial do Meio-Ambiente ?!?!?!




Dia Mundial do Meio Ambiente: festa ou réquiem?

Artigo da engenheira florestal Maísa Guapyassú traz uma reflexão sobre a comemoração da data e a real importância que damos ao tema em nossas escolhas diárias.
Sempre que vem chegando esse dia, muitas instituições se preparam para comemorar. Feiras, exposições, atividades de plantio de árvores, oficinas, cursos, enfim um grande cardápio de opções é oferecido. E vendo isso, sempre me pergunto: o que essas ações pulverizadas trazem? Será que quem as organiza, quem as freqüenta sabe do que se trata, sabe das questões complexas envolvidas? Sabe realmente o que está acontecendo no planeta?

Para muitos, essas atividades são só para constar. Entram no calendário escolar, no das instituições, e acabam sendo diluídas no mar de tarefas, fora do contexto real que provocaria reflexões sobre o dia e seu significado.

Essa simplificação, o modelo econômico que adotamos, nosso afastamento deliberado ou não das causas do problema leva à noção de que a natureza é um grande supermercado. Num supermercado, pego o meu carrinho, vou retirando produtos da prateleira; se por acaso passo num local e não tem um determinado produto, aguardo um pouco que alguém repõe. Se faz uso da natureza com o mesmo espírito: retiro tudo o que quero, ponho no carrinho, e quando falta, espero que alguém reponha. Só que na natureza, dependendo da quantidade, da intensidade e da velocidade com que retiro os produtos da “prateleira”, eu destruo, inviabilizo os processos ecológicos essenciais responsáveis pela reposição dos “produtos” na “prateleira”. E aí, já era, usando uma expressão bem popular.

E estamos colecionando um monte de “já era”, faz tempo. Com relação a espécies que se extinguiram, sistemas naturais que desapareceram, com toda sua complexidade de espécies e interações. Muitos estão agonizando. E estamos cada vez mais, sentindo os efeitos dessa agonia.
Então, temos que finalmente acordar para uma realidade que foi e está sendo construída por nós. Uma construção que cada vez mais põe em risco a sobrevivência do planeta.

Precisamos encarar as causas, ter coragem para mudar o que precisa ser mudado, ir com o dedo na ferida e buscar a cura – para as causas, não só para os sintomas.
Isso se faz individualmente, com atos simples no dia a dia, que estão nos folhetos distribuídos inclusive nas comemorações do dia do meio ambiente; e coletivamente, como sociedade atenta, combativa e pró-ativa, que tem que mostrar aos nossos dirigentes que conservar nossa natureza é questão de sobrevivência. Que quer fazer isso. E isso tem que ser feito agora, para que esse planeta, tal qual o conhecemos e amamos, tenha realmente um futuro.