terça-feira, 25 de novembro de 2008
Bionat - Expo: produtos ecológicos, turismo rural e sustentabilidade nesse final e semana
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
Relato da votação do "Pontal do Estaleiro" no dia 12/11 na Câmara de Vereadores de POA
Relato de algúem que esteve lá, por Jefferson =DContrários ao projeto votaram os vereadores Adeli Sell (PT), Aldacir Oliboni (PT), Beto Moesch (PP), Carlos Todeschini (PT), Cláudio Sebenelo (PSDB), Dr. Raul (PMDB), Guilherme Barbosa (PT), José Valdir (PT), Marcelo Danéris (PT), Margarete Moraes (PT), Maria Celeste (PT), Mauro Pinheiro (PT), Neuza Canabarro (PDT) e Professor Garcia (PMDB). Os vereadores Elói Guimarães (PTB) e Maristela Maffei (PCdoB) se abstiveram.
Polêmica do Pontal do Estaleiro repercute após votação (fonte: ECOAGÊNCIA)
A votação do projeto Pontal do Estaleiro pela Câmara de Vereadores de Porto Alegre foi na última quarta-feira (12/11), mas as repercussões, intensas, se manterão até o final do prazo de sanção ou veto do prefeito José Fogaça. Muito questionado sobre seu silêncio, o prefeito terá duas semanas para analisar o projeto que prevê prédios comerciais e residenciais na área do Estaleiro, “e que poderá abrir um perigoso precedente de ocupação por toda a orla do rio Guaíba”, salienta Paulo Guarnieri, um dos líderes do Movimento Defenda da Orla, que tem o apoio de mais de 30 entidades ambientais, de classe e estudantis. Com sete emendas aprovadas, o Legislativo tem uma semana para fazer a redação final do projeto e enviar para a Prefeitura.“Até lá, vamos manter a mobilização”, defende Guarnieri, ao anunciar que “todos os meios políticos e jurídicos serão acionados para que a proposta cumpra os trâmites legais e técnicos, passando por comissões, por exemplo, que têm afinidade e interferência com a área, como as de Saúde e Meio Ambiente e de Urbanização, Transportes e Habitação”.
Por Adriane Bertoglio Rodrigues, especial para Ecoagência de Notícias.
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Desenvolvimento do tipo avestruz - “Zoombarias” à parte, “Um Outro Mundo é a Salvação”
Paulo Brack*
O dia 24 de outubro, Dia Mundial do Desenvolvimento, passou despercebido.
Em 1992, sediamos a Rio 92, a Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento. Evento marcante, que resgatou a preocupação já manifestada em 1972, em Estocolmo, com os rumos do desenvolvimento diante do esgotamento crescente dos recursos naturais e da perda continuada da qualidade ambiental. O Brasil, campeão da Megadiversidade biológica e dos contrastes sociais, foi o centro das atenções mundiais.
Passados 16 anos, apesar dos alertas de extrema gravidade por que passa nosso Planeta, principalmente depois da divulgação dos dados do IPCC (Painel Intergovernamental sobre as Mudanças Climáticas), que davam conta de que o clima mudou em decorrência das atividades econômicas do homem moderno, estamos alheios e atuando como a avestruz, com o perdão da “zoombaria”. Por coincidência, no início de 2007, quando as projeções alertavam para o fato de que em algumas décadas viveríamos no meio de desertos, onde hoje temos Amazônia, Cerrado e Mata Atlântica, sendo que a Caatinga iria virar pó, noticiava-se que o “Risco Brasil” diminuía. Ou melhor, era pra comemorarmos (!) que o risco-país, dos investidores, tinha baixado a níveis inéditos e que o Brasil poderia deslanchar em sua economia, apesar dos trágicos prognósticos. Foi na mesma época do lançamento do Programa de Aceleração do Crescimento. Como conseqüência, tivemos o frenesi do “Pra Frente Brasil II”. Com a diferença de que a ditadura agora era outra: a do Deus-Mercado, com seus sacerdotes governamentais e os economistas da velha cartilha, acostumados a desconsiderar a real capacidade de suporte da natureza diante de tanto investimento pesado em convencionais atividades degradantes do meio.
Assim, temos o crescimento reloaded: 1) Revolução Verde II, temperada com OGMs; 2) Mega-hidrelétricas, com desalojo de mais de cem mil ribeirinhos, até 2016; 3) Angra III, IV, V…, com concentração de geração de energia, sem destino certo e possível para resíduos radioativos; 4) “Commodities, vamos lá!”, com exportação de produtos com baixo valor agregado, ligados a imensas monoculturas químico-dependentes, com soja, homogeneizando a paisagem, do Pampa à Amazônia; 5) Consumo, consumo, consumo, ligado à tradicional obsolescência planejada. Paramos por aqui. Para não saturar o leitor, sugerimos, para quem não viu, o vídeo “A História das Coisas”.
Este “autismo-ecológico” brasileiro e mundial também faz lembrar - apesar de mais uma injusta “zoombaria” - a imagem dos três macaquinhos, aqueles. Fazemos de conta que não vimos mais nada, não escutamos mais nada e, por conseguinte, não falamos mais nada que incomode nosso imediatismo. E este tema não é novo. Em 1976, José Lutzenberger já alertava para a inconsistência do PNB (Produto Nacional Bruto), em seu livro “Fim do futuro? Manifesto ecológico brasileiro”. O Fórum Social Mundial começou a rediscutir isso tudo, de forma coletiva e mundial, mas ainda não discutiu em mudar o lema de “Um Outro Mundo é Possível” para “Um Outro Mundo é a Salvação!”.
A tarefa do despertar de consciências é árdua. Existe uma cultura hegemônica, ainda muito alienada dos princípios ecológicos. Por sinal, a palavra “sustentabilidade”, até no editor de texto Word aparece com aquele tracejado vermelho embaixo, não sendo reconhecida. No que se refere aos governantes, em sua quase totalidade, de dentro e de fora do País, parece que não existe outra via que não aquela, a reboque do crescimento econômico, da pesada infra-estrutura, alienada da sustentabilidade. A uniformidade produtivista e massificante acaba se tornando lei. Ou melhor, “toda diversidade atrapalha e será castigada”. Exemplo: uma paisagem de um campo de soja, a perder de vista no horizonte, com enormes e pesadas máquinas colheitadeiras. Não é permitido um matinho no meio. Alguns ficam emocionados em ver essa uniformidade tamanha. Se este é o paradigma do País Megadiverso, estamos fritos…
Só para esclarecer: o Brasil tem mais de duas mil espécies de frutas nativas e número equivalente de hortaliças, nozes, castanhas, peixes, etc., sem espaço para o investimento governamental e empresarial. Nossas fontes de energia, mais sustentáveis, como a solar e a eólica, também são esquecidas nas políticas de desenvolvimento. Nossa paisagem, ainda exuberante, tem um enorme potencial para o turismo. Nos EUA, isso gera 80 bilhões de dólares por ano.
Esta nebulosa visão do que seria melhor, mais sustentável e mais justo, infelizmente, não ganha espaço para o debate franco e inteligente. Inclusive a miopia econômica é insuflada por aqueles que se aproveitam do imediatismo mais raso, desses acostumados em acumular capital e poder, ou vice-versa.
Chegam ao cúmulo de limitar questões como a imensa alteração de uma mega-hidrelétrica na Amazônia a um pobre bagrinho. É muita “zoombaria”! Sugerimos, no caso relacionado a esta postura do ser humano, uma mescla de sapiência e de demência, o vídeo-palestra de Leonardo Boff.
No Brasil, desde alguns meses, deixou-se de falar um pouco no PAC e nos agrocombustíveis, voltando-se para o petróleo da camada Pré-Sal, e na necessidade de investimentos na Copa do Mundo, de 2014. Quando se trata de bola de futebol, somos expertises e quase toda a mídia não para de falar no assunto. Agora, vem à mente o papagaio…
Mas, por sorte, nem tudo é a euforia do crescimento. O contumaz divórcio entre desenvolvimento e meio ambiente parece que sofreu uma baixa importante. A recente crise das bolsas, causada pelo rombo de bancos norte-americanos, vai frear um pouco este modelo perverso de crescimento e globalização. O Setembro de 2008 vai ficar para a história. Os investimentos voláteis e o ciclo vicioso da produção e do consumo ilimitados não vão passar incólumes. Surge uma chance ímpar para o questionamento dos reais resultados desse modelo de “desenvolvimento” adotado no mundo e que arrasta a sociedade e a Natureza para o inevitável ralo da insustentabilidade.
Zôo-preconceitos a parte, vamos pensar agora na coruja: animal que simboliza a sabedoria. Espelhemo-nos nesta ave que tem olhar amplo, de quase 360º. Se o desenvolvimento baseado em grandes empreendimentos e investimentos em commodities coloca o Brasil entre as dez maiores economias do mundo, apesar de também um dos dez em desigualdades sociais e problemas ambientais, não nos resta outra alternativa que buscarmos um rumo mais sadio e sustentável. Entretanto, este rumo novo não deve ser só do País.
Mas o que fazer para mudar? Primeiro, pensar em outro projeto de sociedade, mais solidário, que não este hegemônico que preza o capital e desconsidera o ser humano e a vida. A justiça social e o equilíbrio ambiental são interdependentes. Realizemos um questionamento profundo deste sistema econômico, a fim de que em algum momento possamos superar a insalubridade inerente do neoliberalismo e do capitalismo. É fundamental a criação de mecanismos mundiais de limite ao capital e à propriedade. Quase ninguém discute a lógica do acúmulo ilimitado. Com a globalização, as empresas vão sempre buscar a hipertrofia como único caminho para a sua sobrevivência. Isso, coletivamente, é suicida, pois a Natureza tem limites. Neste caso, sugerimos o vídeo de uma brilhante palestra do jornalista Washington Novaes.
Vamos traçar, urgentemente, e de forma permanente, metas socioambientais. Entre estas, a reforma agrária e as condições para o convívio do homem do campo com a agrobiodiversidade. Sem isso, não há solução para a humanidade. As cidades não agüentam tanta gente desempregada e tanto campo vazio, mecanizado e quimificado. Vivemos a guerra cotidiana das grandes cidades, pela teimosia inviável de fazer crescê-las, indefinidamente.
Outra questão: o progresso científico e o desenvolvimento econômico devem estar a serviço da coletividade. Ciência cidadã, onde as tão faladas tecnologias de inovação não sejam uma forma de requentar a tecnologia da uniformidade produtivista, da automação que desemprega e concentra ainda mais capital, agravando a apropriação dos bens por uns poucos.
Necessitamos reafirmar nossa auto-estima ecológica e comunitária, discutindo projetos de desenvolvimento, verdadeiramente sustentáveis, descentralizados e participativos, respeitando-se a legislação ambiental, em todos os níveis. Necessitamos fortalecer os mecanismos de controle do Estado por parte da sociedade, para fazer frente ao avanço da desregulamentação das leis ambientais e sociais promovido, de forma crescente, pelo setor privado.
Busquemos caminhos endógenos de desenvolvimento que incluam e promovam a nossa rica biodiversidade, visando a justa emancipação socioambiental brasileira. Como? Reflexão-ação em todas as iniciativas. Pesquisa e desenvolvimento de modelos descentralizados e participativos, sem apropriação privada do conhecimento coletivo. A agroecologia e o fortalecimento do homem do campo, principalmente o pequeno, são temas estratégicos para o desenvolvimento. Energias descentralizadas, solar e eólica. Menor consumo, por favor! Respeito à vocação ecológica de cada local. Nenhum apoio de bancos públicos e privados às monoculturas, principalmente as de grande escala. Substituição paulatina de todas as monoculturas por policulturas. As frutas nativas, a flora como um todo e nossa fauna agradecerão. Abandono das mega-obras, de todos os tipos, pois dão margem a desvios econômicos e grandes impactos socioambientais, por pequenas obras, descentralizadas e demandadas pelos pequenos.
Necessitamos de Desenvolvimento Participativo, pela Sustentabilidade da Vida no Planeta!
Um outro mundo é mais que possível. É necessário. É a salvação! Comecemos cada um de nós, individualmente, e juntemos nossas forças e ações, coletivamente!
* É professor da UFRGS e membro do Ingá – Instituto Gaúcho de Estudos Ambientais.
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
sábado, 25 de outubro de 2008
Quem é quem, no Pontal?
Paulo Guarnieri escreve:Um dos papéis mais importantes dos movimentos sociais é o de ajudar a suas respectivas bases a compreenderem as informações colocadas pelos órgãos formadores de opinião. A edição de Zero Hora do dia 15 de outubro, data prevista para a apreciação do projeto Pontal do Estaleiro, veiculou a informação relativa ao novo adiamento e, também, sobre a liminar concedida a mandado de segurança, suspendendo a votação do respectivo processo. Logo em seguida a matéria informa a respeito da correlação existente entre os vereadores favoráveis, os contrários e os indefinidos. O importante para que se compreenda um pouco além do senso comum, é entender quem é quem no jogo do Pontal do Estaleiro.
O primeiro fato a considerar é a condição conferida pelo último pleito ao autor e aos co-autores do projeto. Dos dezessete signatários, nove não conseguiram a reeleição, entre eles o próprio autor, Alceu Brasinha. Somente oito co-autores do projeto conseguiram a reeleição e dividem-se, ainda, em cinco favoráveis e três indefinidos. É importante lembrar que pertence aos vereadores eleitos a prerrogativa, na próxima legislatura, da revisão do PDDUA, lei que institui as normas gerais de urbanização da cidade. Sob este ponto de vista, a aprovação antecipada de um projeto especial de segundo nível na orla do Guaíba trará uma nova expectativa de uso para a orla: privatista, elitisante, extremamente danosa ao ambiente natural e socialmente excludente, o que transita na contramão da sustentabilidade social e ambiental pretendida para a cidade.
É fundamental perceber o que representam os vereadores e vereadoras que se posicionaram contrariamente ao projeto. Professor Garcia é emblemático. Proferiu parecer contrário à tramitação do projeto e é líder do governo na Câmara. Na oportunidade em que foi votado o pedido de diligência (esclarecimentos) requerido pela bancada do PT, que foi derrotado em plenário, Prof. Garcia reagiu à defesa feita por um de seus correligionários que manifestou-se contrário ao deferimento, justificando que a posição do governo não era favorável ao projeto. O PMDB, no entanto, divide-se: um a favor, dois contrários e dois indefinidos.
Margarete Moraes, é líder da oposição na Câmara e também se manifesta veementemente contra a tramitação do processo. É seguida pela bancada do PT, que fecha a questão, com voto de bancada. Apesar disto, dois vereadores declaram-se indefinidos. Beto Moesch, além de Vereador, foi o Secretário da SMAM na atual gestão municipal, respondendo pela defesa do ambiente natural, em nome da municipalidade. O vereador também se manifesta de forma contundente contra a tramitação do projeto de lei, de forma tão resoluta, que chega a recorrer à Justiça, requerendo o mandado de segurança, que deu origem à liminar. A bancada do PP, no entanto, divide-se: um favorável, um contrário e um indefinido.
A vereadora Neuza Canabarro, fez em plenário uma manifestação emotiva em defesa da orla do Guaíba, posicionando-se contra o projeto de alteração da LC. 470. A vereadora é presidenta da Comissão de Saúde e Meio Ambiente da Câmara (COSMAM) e Coordenadora do Fórum Municipal de Entidades, o que lhe confere a sensibilidade epidérmica da vontade das organizações da sociedade civil que participam da discussão relativa ao planejamento da cidade. Os demais vereadores do PDT (4), seu partido, declaram-se indefinidos.
Compareceu à sessão a bancada recém eleita do PSOL, vereador Pedro Ruas e vereadora Fernanda Melchiona, que se solidarizaram às posições do Fórum Municipal de Entidades, em defesa da orla e contra o projeto. Uma grande dúvida paira sobre a Câmara Municipal de Vereadores de Porto Alegre: se as lideranças que representam tanto ao governo, quanto à oposição estão contra; se o ex-secretário do meio ambiente e a presidenta da COSMAM estão contra; se somente a minoria dos vereadores das principais bancadas manifesta-se favorável; de onde vem o peso político que sustenta o rito de aprovação da proposta?
Por Helena Dutra:
Em resposta ao "quem é quem no Pontal do Estaleiro", é importante saber de um fato: todos os vereadores que se dizem contrários ao projeto - que é um festival de arbitraridades - desistiram de assinar o mandado de segurança com pedido de liminar que pretende anulá-lo, provavelmente por receio de retaliações. Só quem permaneceu firme e ASSINOU SOZINHO foi o Beto Moesch. Graças a isso, a votação do projeto, que tramitou na Câmara Municipal de forma totalmente irregular, deixando de passar por importantes comissões, foi suspensa até que se julgue o mérito da ação. É preciso reconhecer o trabalho de quem não se deixa intimidar. Aliás, os mesmos vereadores que deram entrevistas contra o PL criticaram publicamente o Beto pelo mandado.
Imagens do Ato no Ibama do dia 15 de outubro
181 mil Aráucárias (Pinherio brasileiro)
3 milhões de árvores
Mais uma obra do PAC, sem licença ambiental
Para ver mais fotos do ato, clique aqui http://www.inga.org.br/?p=225
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
IX SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE AGROECOLOGIA e X SEMINÁRIO ESTADUAL SOBRE AGROECOLOGIA
X Seminário Estadual sobre Agroecologia
Onde: Auditório Dante Barone, Assembléia Legislativa do RS Porto Alegre (RS),
Quando: de 25 à 27 de novembro de 2008
inscrições no link abaixo:
http://www.emater.tche.br/site/inicial/ptbr/php/index.php
clicando em ÁREAS TÉCNICAS e faça sua inscrição
O IX SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE AGROECOLOGIA E X SEMINÁRIO ESTADUAL SOBRE AGROECOLOGIA está confirmado para os dias 25 a 27 de novembro de 2008, no Auditório Dante Barone, Assembléia Legislativa, em Porto Alegre (RS). Mantendo a tradição, as inscrições são gratuitas e poderão ser efetuadas através do preenchimento e envio do formulário on line, disponível no site da EMATER/RS ( www.emater.tche.br) a partir de 15 de setembro. Outrasinformações podem ser obtidas pelo telefone (0XX51) 2125 3100. Desde já agradecemos a todos pela ampla divulgação dessa Primeira Convocatória, ao mesmo tempo em que nos mantemos à disposição pelos endereços agroecologia2008@emater.tche.br e plantec@emater.tche.br
domingo, 12 de outubro de 2008
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
A orla e o pôr-do-sol ou os prédios??

Na próxima quarta- feira, dia 15, a partir das 14 horas, será votada a emenda dos 17 vereadores, para alterar a legislação ambiental sobre a Ponta do Melo, numa área de preservação permanente. O objetivo é permitir a construção da muralha de concreto que é chamada de Pontal do Estaleiro, ou seja, seis edifícios, com o volume do hospital de Clínicas.
Conforme o divulgado, membros do Fórum Municipal de Entidades em Defesa da Orla do Guaíba farão uma vigília ao prédio da Câmara, com material expositivo. E convocam todos os cidadãos de Porto Alegre que são contra a privatização e descaracterização da paisagem da cidade, para estarem também presentes neste dia e fortalecer o movimento em defesa da Orla do Guaíba.
Um grande número de pessoas já assinaram um abaixo-assinado e você também pode fazer a sua parte acessando http://www.abaixoassinado.org/abaixoassinados/1571. O Núcleo Amigos da Terra/Brasil está nesta campanha e acredita que os porto-alegrenses que defendem uma cidade sustentável também vão aderir.
Leia o Abaixo-Assinado em Defesa da Orla do Guaíba e acesse http://www.abaixoassinado.org/abaixoassinados/1571 para assinar:
A ORLA do Guaíba é um espaço que faz parte da identidade paisagística, de lazer e de cultura de Porto Alegre. Sua preservação ainda não está garantida para as futuras gerações.NÃO ao projeto Pontal do Estaleiro!!!O projeto prevê a construção de um complexo arquitetônico (6 prédios) de 60 mil metros quadrados na área do antigo Estaleiro Só. Cada prédio terá volume igual ao nosso Hospital das Clínicas.
MAIS INFORMAÇÕES: http://poavive.wordpress.com/ e http://goncalodecarvalho.blogspot.com/
IMAGEM: DIVULGAÇÃO
Eliege Fante DRT/RS 10.164Assessora de Imprensa Fone: (51) 9816 9595Fone/Fax: +55 51 3332-8884
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
Seminário: A crise dos alimentos - 16 de outubro (quinta-feira)
16 de Outubro – Salão de Atos UFRGS – POA9h - Abertura
1° Painel: A crise dos alimentos
Sebastião Pinheiro – Engenheiro Florestal e Agrônomo
2° Painel: O Deserto Verde e a crise dos alimentos
Paulo Brack – Biólogo, Doutor em Ecologia e Recursos Naturais
3° Painel: A criminalização dos movimentos sociais
Domingos da Silveira – Procurador Regional da República
4° Painel: A importância dos alimentos na luta e resistência das(os)
trabalhadoras(es) do campo e da cidade - Via Campesina
Fila do povo,respostas e considerações dos palestrantes.
13h - Encerramento
Mística e leitura da carta do Seminário
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
Curso Gestão Mais Sustentável das Águas
O valor do curso é 200 reias para estudantes e 250 reais para profissionais e inclui: 3 pernoites em quartos duplos, 3 refeições diárias, aulas teóricas e práticas, apostila e certificado. O curso inicia dia 10 as 19 hs e termina dia 13 as 16 hs. o site do local é www.cambará.tur.br e as incrições são feitas pelo email: econsciencia@econsciencia.org.brterça-feira, 30 de setembro de 2008
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
domingo, 7 de setembro de 2008
Material AIA e Indicadores Ambientais
http://www.badongo.com/file/11242178
- Análise de coliformes em águas – Método do número
http://www.badongo.com/file/11242097
- Índice e Indicadores de Qualidade de Água
http://www.badongo.com/file/11242027
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
sábado, 16 de agosto de 2008
Camisetas artesanais MCA
Camisetas artesanais personalizáveis
Estamos oferecendo camisetas estampadas manualmente sobre o tecido.
Oferecemos as camisetas com a finalidade de levantar recursos para a realização de ações nas quais acreditamos, sempre tendo como foco a questão ambiental. Esta causa é nossa, colabore adquirindo as peças.
Exercite sua criatividade, em tempos de globalização e da massificação das idéias, deixa a camiseta com a sua cara, personalizando-a. Além disso, no mundo da moda customizar é fashion, moderno, inovador.
Invente, crie, transforme, pinte e borde, faça você mesmo!
Camisetas artesanais flôr de Lótus - R$ 15,00
Por que a flor de Lótus?
A flor de Lótus é venerada na Índia e no Japão, e Oráculo disse que essa era a flor símbolo da espiritualidade; a mais admirada de todas, do 'lado de lá', por suas qualidades. A semente de Lótus pode, por exemplo, ficar mais 5.000 anos sem água, somente esperando a condição ideal de umidade pra germinar. Ela nasce na lama e só se abre quando atinge a superfície, onde só então mostra suas luminosas e imaculadas pétalas, que são autolimpantes, isto é, têm a propriedade de repelir microrganismos e poeiras. É também a única planta que regula seu calor interno, mantendo-o por volta de 35º, a mesma temperatura do corpo humano. O botão da flor tem a forma de um coração, e suas pétalas não caem quando a flor morre, apenas secam. Assim, para os Chineses, o passado, o presente e o futuro estão simbolizados, respectivamente, pela flor seca, pela flor aberta e pela semente que irá germinar.
*Vídeo: Nelmar BrandãoTrote sem sacanagem - fotos
Fotos no link abaixo
http://picasaweb.google.com.br/nichoeco/FotosTroteMCA20081
Material Ecologia Download
Aulas Ecologia versão para impressão - 2 a 7
http://www.badongo.com/file/10905933
Aulas Ecologia 1 a 7 em Pdf.
http://www.badongo.com/file/10905867
Como baixar o arquivo:
1º Clique no link em "vermelho".
2º Vai abrir um tela nova, aguarde alguns segundos.E ai você digita o código que aparecer no espaço indicado (a DIREITA).
3º Clique no botão "faça download do seu ficheiro"
4º A tela mudará, espere a contagem regressiva e role para baixo a barra, clique no botão "download you file here".
quinta-feira, 14 de agosto de 2008
Material download MCA Pdf.
Legislação & Licenciamento Ambiental - http://www.badongo.com/file/10861823
Avaliação do Impacto Ambiental - http://www.badongo.com/file/10861861
quarta-feira, 13 de agosto de 2008

O Projeto Socioecossistema Urbano em Debate busca a aproximação do grande público, professores e alunos da rede municipal e estadual com o tema “Sustentabilidade Humana nas Cidades”. Com o objetivo geral de reunir elementos para a análise das relações entre os socioecossistemas urbanos e os sistemas naturais (ecossistema), o projeto é composto de duas ações simultâneas à mostra Transfer.
- A Cidade, a Natureza e o Cidadão
Vivências pedagógicas com instalações em realidade virtual: apresentação de filmes educativos com tecnologia tridimensional; espaços que simulam ambientes de confronto no espaço urbano; terminais onde o público pode realizar o teste da Pegada Ecológica, cálculo que mede a área de terreno produtivo necessária para sustentar o estilo de vida de um indivíduo nas sociedades modernas. Uma vivência para despertar a percepção sobre o ecossistema urbano.
Período: agosto a setembro de 2008
Local: Galeria superior
Entrada Franca
segunda-feira, 11 de agosto de 2008
Legislação Ambiental é tema de palestra
Em parceria com a UFRGS, a UERGS promove na próxima quarta-feira, dia 13, uma palestra sobre o “Impacto da Legislação Ambiental Européia nas Organizações Mundiais”, com Álvaro Sánchez Bravo. Além de docente da Universidade de Sevilla (Espanha), o professor é membro do Grupo de Especialistas do Ministério do Meio Ambiente da União Européia, assessor do Ministério do Meio Ambiente da Espanha e fundador-presidente da Associação Andaluza de Direito, Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. Os seus estudos são focados na regulação do uso sustentável das águas, sendo autor de livros sobre o tema e artigos publicados em revistas especializadas e em coletâneas.
sexta-feira, 8 de agosto de 2008
Evento no Jardim Botânico comemora aniversário
O Projeto visa proporcionar um encontro da comunidade gaúcha com diversos segmentos da sociedade organizada, disponibilizando programas e ações que objetivam o enriquecimento individual e coletivo, através do acesso a atividades educativas, culturais, ambientais e sociais. As parcerias possibilitam conhecer a diversidade de trabalhos culturais, ambientais e sociais voltados ao bem-estar da comunidade; além de oportunizar ao público, uma série de atividades lúdicas, educativas, desestressantes, e que estejam relacionadas com a qualidade de vida como um todo, fortalecendo uma rede de ações já existentes. O evento estará acontecendo das 10h às 18h, com entrada franca. Sugerimos a doação de alimentos não perecíveis. O Jardim Botânico de Porto Alegre, fica na Rua Dr. Salvador França, 1427.
PROGRAMAÇÃO do dia
http://www.fzb.rs.gov.br/eventos/index.htm
Informações pelo telefone 51.3320.2027. e-mail: jbea@fzb.rs.gov.br.
quinta-feira, 31 de julho de 2008
O combustível que vem da cozinha
Em Montenegro/RS, distante 55km de Porto Alegre, uma iniciativa do Instituto Morro da Cutia de Agroecologia (Imca) está mobilizando os moradores da cidade. A campanha “Sinal verde para o óleo de cozinha” está mostrando que o óleo vegetal, depois de utilizado, não deve ser jogado na pia ou no lixo, hábito que pode contaminar águas superficiais, ecossistemas aquáticos e o solo, impermeabilizando a área afetada.A campanha, no entanto, vai além do alerta sobre os danos ambientais e sanitários provocados pela destinação inadequada do produto. É que o óleo de cozinha usado, para o Imca, é importante matéria-prima para um biocombustível de eficiência compatível com a do diesel comum. Por isso, a população está aprendendo, também, a coletar o produto, para que ele possa ser reciclado e utilizado como fonte de energia.A campanha é um desdobramento do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social. Na edição de 2007 do concurso, o projeto “Óleo Vegetal Usado como Biocombustível” foi vencedor da categoria “Aproveitamento e Tratamento de Rejeitos, Resíduos e Efluentes de Processos Produtivos”. Agora, com os R$ 50 mil da premiação, o Imca está investindo na mudança de comportamento dos moradores, na melhoria do sistema de coleta, em equipamentos para o tratamento do óleo usado e na revisão do veículo piloto do projeto.Para o diretor do Imca, Paulo Roberto Lenhardt, a premiação trouxe visibilidade para o projeto e a oportunidade de novas parcerias. Mas é a palavra reconhecimento que, segundo ele, melhor explica o impacto local e a maciça adesão dos moradores: “Neste aspecto, a premiação foi muito positiva”, diz. Antes, o óleo era recolhido somente de restaurantes. Depois do reconhecimento, o Hospital da Unimed de Montenegro passou a servir como central de coleta do óleo usado nas residências dos funcionários da instituição.Lenhardt estima que cada morador utilize 0,8l de óleo vegetal por mês e a meta é conseguir coletar 10t de óleo usado até abril de 2009.Sinal“Estamos intervindo em escolas, associações comunitárias, grupos de pais, em reuniões da terceira idade e até nos Centros de Tradições Gaúchas (CTGs) daqui”, comemora a educadora Andréa Caroline Hartmann.Na rede de ensino pública e privada do município, cerca de 5 mil crianças e jovens em idade escolar estão participando da iniciativa. Nas turmas do maternal, por exemplo, Hartmann conta com o engajamento das professoras e trabalha com crianças de 3 anos de idade ou até menos:“Nessas classes, procuramos mostrar como todos precisamos de água pura e como o óleo contamina a água. As crianças estimulam a mudança de hábitos dos adultos. Certa vez, uma mãe me contou que sua filha pequena disse que 'lugar de óleo usado é no trator’”, comenta a educadora.A campanha também ensina como transformar garrafas PET em vasilhames adequados para a coleta e o transporte do óleo doméstico. Depois de utilizada e devidamente acondicionada, a substância segue para os postos de coleta - um em cada bairro da cidade. A motocicleta do projeto, adquirida com parte do dinheiro da premiação, coleta o material e leva tudo para o depósito que funciona em um espaço cedido pela Prefeitura de Montenegro.“Os moradores se interessam muito pelas questões ambientais, mas a maioria desconhecia o impacto negativo do óleo que é jogado nos lixões ou esgoto. Reciclar é uma coisa prática; algo que eles percebem que podem fazer, como cota individual para a preservação do ambiente”,observa Hartmann.Tecnologia socialA destinação final do óleo vegetal usado na preparação de alimentos nos lares, restaurantes e indústrias é um problema ambiental pouco discutido. Dentre as soluções conhecidas para a reutilização do óleo vegetal, nenhuma leva em conta as potencialidades de sua utilização como combustível para automóveis e utilitários. A tecnologia social “Óleo Vegetal Usado como Biocombustível”, além de preservar os recursos hídricos, pode garantir o empoderamento comunitário, ao gerar energia apropriável e reaplicável nas comunidades.A primeira etapa é a implantação de um sistema de coleta do material. Uma vez recolhido, o óleo é levado à estação de limpeza, onde é filtrado e decantado, tornando-se apropriado para a utilização como biocombustível. Para cada 10l, é possível produzir cerca de 6l de combustível.O óleo vegetal pode ser usado como combustível nos veículos automotores movidos a diesel adaptados para recebê-lo. Como a conversão é simples e de fácil operação, as comunidades que têm seus veículos convertidos passam a deter todas as ferramentas necessárias para incentivar processos de coleta dentro de suas próprias regiões.O Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social concede, a cada dois anos, para cada tecnologia social vencedora, R$ 50 mil destinados a atividades de expansão, aperfeiçoamento ou reaplicação do projeto. A premiação busca difundir produtos, técnicas ou metodologias reaplicáveis, desenvolvidos na interação com a comunidade, que representem soluções efetivas de transformação social.Fundação Banco do Brasil / Gerência de Comunicação e Mobilização Social
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quinta-feira, 24 de julho de 2008
“Visão Ecológica de uma viagem: Vancouver – Canadá” dia 12/08
Fundação Gaia e Livraria Cultura
Convidam para palestra
“Visão Ecológica de uma viagem: Vancouver – Canadá”
Com Naia Oliveira
A Fundação Gaia – Legado Lutzenberger, realiza no próximo dia 12 de agosto, às 19:30 no auditório da Livraria Cultura do Bourbon Shopping Country, a palestra “Visão Ecológica de uma viagem: Vancouver- Canadá”. Naia Oliveira, Socióloga e pesquisadora da Fundação de Economia e Estatística relata que “Viajar é sempre um momento de ampliação de conhecimento, consciência e, também, abertura para novos sentimentos. Se partirmos levando na mala a compreensão de que tudo o que acontecer fará sentido e a disposição para “seguir o fluxo”, nossa grande companheira, certamente, será a visão ecológica, pois estaremos em conexão com toda expressão de vida. A orientação principal nessa viagem foi centrada na contemplação da paisagem, no ensinamento dos First People (aborígenes) com suas tradições e no desempenho dos povos contemporâneos com seus cuidados com o meio ambiente. Vancouver foi observada com a mente e o coração, pois é considerada por muitos como uma das melhores cidades do mundo para se viver (em pesquisa recente aparece em terceiro lugar, atrás apenas de Genebra e Zurique ambas na Suísa). A partilha da viagem será feita com muitas fotos.”
Entrada Franca!
Maiores Informações: (51) 3330-3567 / 3331-3105 ou sede@fgaia.org.br
Local: Livraria Cultura do Bourbon Shopping Country – Rua Túlio de Rose, 80, em Porto Alegre.
segunda-feira, 30 de junho de 2008
Saída de campo - Ecoturismo - Cambará junho 2008
Adios amigos....
Palestra "Ecologia na Educação das Séries Iniciais" 8 de julho
Convidam para
Palestra "Ecologia na Educação das Séries Iniciais"
Com Sílvia Lignon Carneiro
Diretora e Fundadora da Escola Amigos do Verde; Mestra em Educação; Especialista em Alfabetização e Educação Infantil, com Curso de Autoconhecimento em Findhorn Fundation/Escócia.
A Fundação Gaia – Legado Lutzenberger, realiza no dia 08 de julho, terça-feira, às 19:30, no auditório da Livraria Cultura do Bourbon Shopping Country, em Porto Alegre, a palestra “Ecologia na Educação das Séries Iniciais”. Na oportunidade, Silvia Lignon Carneiro falará sobre as experiências da Escola Amigos do Verde, que tem como missão proporcionar a aprendizagem integral do indivíduo.
“Dentro de uma visão ecológica de sustentabilidade, acreditamos na interdependência de nossos atos, comprometidos na formação em parceria com a comunidade amigos do verde. Acolher a diversidade é uma meta a que nos propomos, respeitando as particularidades e a riqueza inerentes a cada um. Com uma área verde de 2.500 m2, horta, composteira, estufa e animais de pequeno porte, intensificamos as vivências. Dessa forma, através de práticas ecológicas (autoconhecimento, agroecológicas, artísticas...) possibilitamos a expansão da consciência, contribuindo para o desenvolvimento de um ser mais criativo, reflexivo, autônomo e solidário”, comenta Sílvia.
Entrada Franca!
Local: Livraria Cultura do Bourbon Shopping Country – Rua Túlio de Rose, 80, em Porto Alegre.
quarta-feira, 18 de junho de 2008
Trilha no Morro do Osso
No domingo, naquele friozão de uns 9°, foi realizada a caminhada no Morro do Osso com a ong CaminhadoresRS, que trabalha com ecoturismo para todos (inclusive deficientes físicos), na ocasião era esperado os cadeirantes, mas não foi possível, segundo os integrantes do grupo, pela dificuldade de locomoção, ficam dependentes de algeum para levar até o Parque, e por causa do frio.terça-feira, 17 de junho de 2008
sexta-feira, 13 de junho de 2008
Polícia para quem precisa de polícia!
quinta-feira, 12 de junho de 2008
quinta-feira, 5 de junho de 2008
Dia Mundial do Meio-Ambiente ?!?!?!


E estamos colecionando um monte de “já era”, faz tempo. Com relação a espécies que se extinguiram, sistemas naturais que desapareceram, com toda sua complexidade de espécies e interações. Muitos estão agonizando. E estamos cada vez mais, sentindo os efeitos dessa agonia.
Então, temos que finalmente acordar para uma realidade que foi e está sendo construída por nós. Uma construção que cada vez mais põe em risco a sobrevivência do planeta.

Precisamos encarar as causas, ter coragem para mudar o que precisa ser mudado, ir com o dedo na ferida e buscar a cura – para as causas, não só para os sintomas.
Isso se faz individualmente, com atos simples no dia a dia, que estão nos folhetos distribuídos inclusive nas comemorações do dia do meio ambiente; e coletivamente, como sociedade atenta, combativa e pró-ativa, que tem que mostrar aos nossos dirigentes que conservar nossa natureza é questão de sobrevivência. Que quer fazer isso. E isso tem que ser feito agora, para que esse planeta, tal qual o conhecemos e amamos, tenha realmente um futuro.
quinta-feira, 29 de maio de 2008
Palestra sobre Biocosntrução dia 4/06
Adios,,,,,
terça-feira, 27 de maio de 2008
Crise dos alimentos e agrocombustíveis HOJE
A “Crise dos alimentos e agrocombustíveis” será debatida amanhã, dia 27, na sala Celso Furtado do IEPE (Av. João Pessoa, 31). A atividade integra o Ciclo de Debates Socioambientais promovido pelo DESMA (Núcleo de Estudos em Desenvolvimento Rural Sustentável e Mata Atlântica), com o objetivo de incentivar a discussão acerca das relações entre sociedade e natureza. O evento ocorrerá das 18 às 21h e contará com a participação dos debatedores Carlos Guilherme Mielitz Netto, Paulo Dabdab Waquil e Sergio Schneider. Outras informações podem ser solicitadas pelo telefone 3308-3093 ou pesquisadas na página relacionada abaixo.
http://www.ufrgs.br/desma/ciclodedebates/programa%E7ao.htm
segunda-feira, 26 de maio de 2008
Inscições Escola Técnica UFRGS - até 10 de junho
Exame de Seleção 2008/2
Venha relizar um curso técnico de qualidade. Leia com atenção o Edital de Vagas e inscreva-se de 26 de maio a 10 de junho. Descubra se você pode ser isento da taxa de inscrição lendo o Edital de Isenção e pegue o kit até o dia 25 de abril.
Inscrições para o exame de seleção
Edital de Isenção
Manual do Candidato
maiores informações no site
O endereço da Escola Técnica é
Rua Ramiro Barcelos, 2777 - Santana
CEP 90.035-007 - Rio Grande do Sul - Brasil F
ax 3316-5438 / Fone 3316-5110
Licença prévia da Fepam à Aracruz desconsidera limites de poluentes
http://www.inga.org.br/?p=85
Amigos e amigas ambientalistas:
Pedimos a gentileza do seu apoio no sentido de, se for possível, publicar em seus sites e/ou repassar a matéria abaixo para suas listas de contatos.
Nos últimos dias a EcoAgência sofreu sucessivos ataques de hackers, que inserem mensagens e imagens agressivas nas notícias, prejudicando consideravelmente nossa cobertura.
Ontem, no entanto, o ataque mudou e simplesmente tiraram esta matéria do ar, que estamos republicando.
Coincidência? Sabotagem? Não sabemos ainda, temos desconfianças, mas já solicitamos providências à Polícia Federal e o apoio do CPD da Ufrgs. Esperamos resolver logo esta situação.
Os Editores.
segunda-feira, 19 de maio de 2008
MCA no Universidade Portas Abertas - 17 de Maio
Mesmo assim, quase toda turma apareceu e foi muito bom.
Para os que ficaram até o fim (Nelmar, Eduardo, Guilherme, Mariana e Jefferson) e aguentaram uma "pirralhada" que surgiu do nada e em bando, vimos como é difícil tratar de Educação Ambiental.Estas crianças eram as mais, vamos dizer assim, da extrema pobreza, o público mais complicado para criar uma conscientização, mas acredito que é mais fácil conscientizá-los do que uma pessoa mais velha, muitas vezes com uma graduação ou pós, que nos olha e pensa
- "O que esses adolescentes querem ensinar, não sabem nada" - mas nós discordamos deles, pois eles também tem muito a aprender, o aprendizado não vem de um lado só, vem dos dois.
Se prestassemos mais a atenção nas crianças e jovens a situação poderia ser melhor.
Quando uma dessas crianças (não lembro o nome, mas era o mais afetivo, que chegou por primeiro, ja era conhecido do Nelmar) chegou e comentou com ele sobre a carga de cocaína que a polícia havia apreendido, depois o Nelmar comentou comigo e disse que certamente isso era o que os adultos falavam perto dele e tentou puxar assunto com nós comentado o fato.
Também não podemos esquecer dos dois professores que nos ajudaram, o professor Benites (com as impressões e material de divulgação) e professor Paulo Artur, com a montagem do "tripé" com taquara e a questão das mudas - que ainda vamos plantar.
- Quando é de tarde a Jade me liga e diz que a cadela dela - que estava com gravidez psicológica e até leite tinha - adotou o filhotinho, depois de noite ela me ligou e contou que a vó dela acreditou que a cadela havia parido a cria,hahahha esses idosos são os mais afude,hahaha.
Adios Amigos....
J.P.
fiquem com as fotos do dia e lembrem que tudo é possível quando nos esforçamos.
Visita ao Curtume :X
domingo, 11 de maio de 2008
domingo, 4 de maio de 2008
Zine/informativo para baixar nº3
Gravetus março/abril 2008 (http://www.badongo.com/file/9063124)Panfleto ZAS e deserto verde 2008
http://www.badongo.com/file/9063146 (frente)
http://www.badongo.com/file/9063165 (verso)
Como baixar o arquivo:1º clique no link em "vermelho" ao lado do informativo q você quer baixar.2º Vai abrir um tela nova,aguarde alguns segundos.E ai você digita o código que aparecer no espaço indicado.3ºClique no botão "faça download do seu ficheiro"4ºA tela mudará,espere a contagem regressiva e clique no botão "faça download do seu ficheiro".
sexta-feira, 2 de maio de 2008
SHUTDOWN DAY será que nós conseguimos???
Um grupo de canadenses aficionados por tecnologia está promovendo a conscientização sobre o risco do uso extremo de aparelhos eletrônicos. Para garantir que as pessoas compreendam a mudança dramática trazida pelo uso da tecnologia moderna, eles propõem o "Shutdown Day" (algo como "Dia do Desligamento"), agendado para 3 de maio, sábado. O evento começou no ano passado e já mobilizou 1,6 milhão de pessoas em todo o mundo. Hoje, conta com centenas de voluntários de diversos países que ajudam na divulgação. O Dia do Desligamento é definido como uma experiência global de Internet, com o propósito de fazer as pessoas pensarem em como o uso crescente do computador mudou suas vidas, e se alguma coisa boa está sendo perdida por causa disso. Por isso, os criadores do projeto sugerem que viciados em tecnologia passem ao menos um dia inteiro sem contato com seus computadores e, em lugar disso, façam esportes, atividades ao ar livre ou encontrem amigos e familiares.
Formação em Agroecologia - módulo 2 - IMCA Montenegro-RS
Instituto Morro da Cutia de Agroecologia - IMCA - Montenegro-RS
Quem puder ir vá,porque vale a pena,pessoas legais,teoria e prática (mão na massa) ,comida saudável e muito mais.Não vamos poder ir por causa do Universidade Portas Abertas que é no dia 17 de Maio,um pena,mas no próximo estaremos lá.
Se inscrevam o quanto antes,são só 40 vagas.
Adios...
Depósito de Teatro: Palco Giratório

SEXTA, dia 02
O HOMEM PROVISÓRIO
- Espetáculo teatral - Adulto
Livremente inspirado na obra de João Guimarães Rosa, Grande Sertão: Veredas, o espetáculo O Homem Provisório conta a história do último jagunço do sertão. Quando a noite cai, jagunços que já morreram voltam para ajudá-lo a seguir sua travessia. A montagem é resultado do processo de pesquisa e experimentação dramatúrgica dos integrantes do grupo Casa Laboratório para as Artes do Teatro (SP), no Cariri cearense. A saga contada em cordel recebeu cinco indicações ao Prêmio Shell de Teatro de 2007.
SEXTA e SÁBADO, dias 02 e 03
Sempre às 20h
Local: DEPÓSITO DE TEATRO
BESOURO CORDÃO DE OURO
- Espetáculo de teatro e música -
O espetáculo mostra, de maneira lúdica, a trajetória, filosofia, prática e música do mestre Besouro - um personagem brasileiro, tão rico e pouco explorado – e conta um pouco da história do Brasil e da nossa formação, com suas raízes culturais na música, na dança e no ritual. Nascido em Santo Amaro da Purificação, Besouro deixou seu nome gravado nas rodas de capoeira pelo país inteiro. Metido em política, impunha respeito e temor aos poderosos daquele princípio de século XX na velha Bahia. Sua vida virou lenda. Além de capoeirista, também tocava violão e compunha sambas-de-roda e chulas .
Às 20h
Local: DEPÓSITO DE TEATRO
O CÍRCULO DE GIZ CAUCASIANO
- Espetáculo teatral - Adulto
Escrita por Bertolt Brecht entre 1944 e 1945, durante o exílio nos Estados Unidos, O Círculo de Giz Caucasiano (Der Kaukasische Kreidekreis) é uma peça de narrativas concêntricas: um prólogo em que um grupo de camponeses se reúne para discutir o direito à propriedade; uma encenação em tom de fábula sobre Grusha, uma empregada da corte que cuida uma criança abandonada pela mãe durante uma revolução palaciana e a conduz por regiões variadas; a farsa do beberrão juiz Azdak, cuja desconformidade com a lei o aproxima da justiça. A forma "em fuga" de uma peça feita de peças-dentro-da-peça imprime um sentimento de exílio, nesse que é um dos textos mais radicalmente épicos de Brecht. O espetáculo representa uma continuidade da pesquisa em teatro dialético realizada pela Companhia do Latão. Escrita por Bertolt Brecht entre 1944 e 1945, durante o exílio nos Estados Unidos, O Círculo de Giz Caucasiano (Der Kaukasische Kreidekreis) é uma peça de narrativas concêntricas: um prólogo em que um grupo de camponeses se reúne para discutir o direito à propriedade; uma encenação em tom de fábula sobre Grusha, uma empregada da corte que cuida uma criança abandonada pela mãe durante uma revolução palaciana e a conduz por regiões variadas; a farsa do beberrão juiz Azdak, cuja desconformidade com a lei o aproxima da justiça. A forma "em fuga" de uma peça feita de peças-dentro-da-peça imprime um sentimento de exílio, nesse que é um dos textos mais radicalmente épicos de Brecht. O espetáculo representa uma continuidade da pesquisa em teatro dialético realizada pela Companhia do Latão.
Às 20h
Local: DEPÓSITO DE TEATRO
Intercâmbio:
Cia do Latão (SP) e Grupo Depósito de Teatro (RS)
Momento de trocas de informações, métodos, pesquisas realizadas e linguagens trabalhadas pelos dois grupos de teatro.
Das 14 às 19h
Local: DEPÓSITO DE TEATRO
DOMINGO, dia 25
O PUPILO QUER SER TUTOR
- Espetáculo teatral - Adulto
As relações de poder entre dois homens traduzidas através de gestos, ações, fragmentos de vida retirados do cotidiano de trabalho, de momentos de repouso, da vida enfim. Teatro, dança, performance, pantomima, convivem de forma inusitada nesta obra de um dos mais inquietos e polêmicos dramaturgos da atualidade.
Às 20h
Local: DEPÓSITO DE TEATRO
ABRACADABRA
- Espetáculo teatral – Infantil
Este texto infantil, não é apenas mais um conto de fadas, ele é, principalmente, uma velha e saborosa história de bruxas e assombrações, recontada numa linguagem teatral moderna, incrementada com uma boa dose de humor e perigo. A peça proporciona ao público infantil, cenas vibrantes de suspense, entremeadas com momentos de pura magia e climas de superação de obstáculos. A platéia é levada a vibrar, emocionar-se e, é claro, divertir-se pra valer, dando asas à imaginação de todos, até mesmo dos adultos. "Abracadabra" é a fusão entre o velho e o novo. Uma fábula antiga recontada de maneira a se comunicar plenamente com as crianças do nosso tempo, e que provoca o mesmo suspense e encanto que causavam em nós.
Às 15h
Local: Teatro do SESC Centro (Av. Alberto Bins, 665)
INGRESSOS
Espetáculos:
Valor: R$ 10,00 -50% de desconto para: comerciários e dependentes, estudantes, idosos e classe artística (mediante apresentação da carteira de identificação dos órgãos)Onde adquirir: Antecipados: SAC do Sesc Centro, das 8h às 20hNa hora: 01 hora antes, na bilheteria do local.
SÁBADO, dia 31
FESTA
ENCERRAMENTO DO FESTIVAL PALCO GIRATÓRIO
Às 22h
Local: DEPÓSITO DE TEATRO
Depósito de Teatro
Rua Câncio Gomes, 218 – Floresta – Porto Alegre / RS
Fones: (51) 30615251 / (51) 84015251
www.depositodeteatro.com.br
depositodeteatro@terra.com.br













